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March 28 AS CRIANÇAS"Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas". Mateus 19:14 Quando o meu EU se exaltar,
vou lembrar-me de humilhar-me como uma criança.
Quero ter muita fome de Deus,
como um bebê que chora para sugar o leite materno.
Quero viver sem ansiedade,
sem ganância,
sem egoísmo e com muito amor,
humildade e alegria.
March 25 Analfabetos de céuNuma escola de ensino fundamental, uma menina de 7 anos fez um desenho de uma paisagem com tintas coloridas. Era a tarefa do dia na aula. Pintar um lugar onde eles gostariam de estar. A menina se esmerou com a palheta de cores, e produziu, empolgada, sua obra de arte. Ansiosa, levantou-se da cadeira e foi mostrar à professora. Ao ver a pintura, a educadora notou algo estranho já de súbito. Disse baixinho um “muito bem”, para incentivar a criança, fez um carinho e pegou o desenho em mãos. Os trabalhinhos seriam expostos no outro dia no mural da escola. No intervalo para o lanche, a professora não se conteve, pegou o desenho e foi mostrar às outras que se encontravam na secretaria da escola. Ela queria uma opinião sobre aquilo. Algumas delas eram mais entendidas em psicologia infantil, e quem sabe poderiam ajudá-la a decifrar o que estava pintado ali. “O que será que ela quis dizer com isso? Isso deve estar mostrando algum sentimento, algo que ela tem guardado. O que será?” As amigas de profissão não souberam dizer. Algumas disseram que não era nada, que não deveria se preocupar. Mas ela estava “encafifada”, se poderia dizer. Voltou à sala de aula, e resolveu que, ao final do período, iria conversar com a menina e perguntar a ela o que significava. Chamou-a então, com discrição, à sua mesa e perguntou, com a pintura na mão: Querida, você pode explicar algo para a tia?” – A criança acenou com a cabeça. “Se o céu é azul, por que você desenhou um céu cor-de-rosa?” “Mas o céu não é azul, tia!” – Respondeu ela, com educação. “Quem diz que o céu é azul é analfabeto de céu! Ontem, no final da tarde, o céu atrás de minha casa estava assim, rosa. Esses dias vi um céu laranja! À noite ele é sempre preto, ou azul escuro, mas de dia ele pode ser cinza claro, cinza escuro, vermelho... “Sabe... Uma vez vi uma tempestade tão grande no céu, que ela chegou a pintar o céu de verde! Não é todo mundo que acredita, mas eu vi, era verde.” A menina fez um verdadeiro discurso sobre as cores do céu, deixando boquiaberta a professora desatenta. Ela nunca havia parado para pensar nisso. Aceitou tão facilmente a verdade, o clichê de que o céu é azul, que acabou esquecendo a variedade de cores possíveis no zimbório terreno. Percebeu então como as crianças têm uma sensibilidade admirável, e que muito tinha a aprender com elas. Com certeza, na próxima vez, antes de achar que possa existir algum problema numa criança, iria se analisar, para perceber se não era sua sensibilidade que precisava de escola. ............... Toda criança é especial, e merece ser tratada como tal. Da mesma forma como nem sempre o céu é azul, cada criança tem suas particularidades, e os educadores precisam estar atentos a elas. Não se pode usar uma mesma fórmula, um mesmo padrão de ensino ou educação no lar,
para todas as crianças.
Faz-se necessário ajustes, adequações, atenções individualizadas. Todo céu é belo, mesmo sendo amarelo, rosa, vermelho ou negro.
(Texto recebido da redação do Momento Espírita) Deus
Eu não ConsigoDiz respeito a uma menina que bem poderia ser a desta imagem. No tempo onde não havia ainda tratamento conhecido para poliomielite, esta garotinha foi assistida por um médico que acreditou poder faze-la andar novamente.
Ela era colocada em pé, assim mesmo na areia da praia, e lhe era solicitado que andasse até o mar.
Ela tentava...e caia.
- Eu não consigo andar - dizia ela aos prantos. Era então erguida nos braços desse médico que a levava até o mar. Colocava a menina na água e pedia para que movimentasse as pernas.
Ela tentava... mas a força das ondas eram maiores do que a de seus músculos atrofiados pela doença.
- Eu não consigo nadar - respondia soluçando. Foi ai então que este jovem médico teve uma idéia. Colocou-a na areia, e foi cobrindo suas pernas com areia molhada. Disse então mostrando um pequeno pote de plástico: -Vou escrever tudo o que você não consegue neste papel. E vamos colocar dentro deste pote de plástico.
Fechar e enterrar.
Diz para mim criança tudo o que você não consegue. E a menina foi dizendo... EU NÃO CONSIGO... isto e também aquilo... Ele escreveu todos os "eu não consigo", colocou dentro do pote,
fechou e entregou para a menina dizendo:
-Agora, você vai enterrar todos os "eu não consigo". Para fazer isso deve sair debaixo dessa areia molhada que está prendendo tuas pernas. Se o fizer, irá enterrar nessa areia todos os NÃOS... e como mágica irá conseguir os SIM...
eu consigo, e vou andar.
Superando o NÃO, esta menina conseguiu se livrar da areia que parcialmente lhe enterrava.
E com muita alegria enterrou o pote dos "Eu Não Consigo".
E foi assim que, toda a vez que ela tentava andar e caia,
ao dizer "eu não consigo",
esse médico dizia para ela:
-Ah, isso não é mais possivel você argumentar. Já está enterrado, lembra?
E ela voltou a andar. Hoje "eu consigo" contar para você esta história. Nomino o médico, um Ser de Luz, cujo nome é Sebastião Russo.
E consigo também pedir à você que enterre todos os "eu não consigo", pois consegue tudo o que realmente quiser,
se lembrar que somos Seres de Luz,
co-criadores de nossa própria realidade.
Se eu consegui voltar a andar... você consegue também.
August 09 Tente outra vez
Composição: Raul Seixas/ Paulo Coelho/ Marcelo Motta
Veja
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